Qual a melhor opção:
Poupança ou Renda Fixa?
A melhor opção depende sempre do seu horizonte de investimento (prazo de
aplicação do dinheiro), valor disponível e perfil de risco (o quanto você se
propõe a arriscar parte de seu patrimônio). Mas creio que você está em busca de
investimentos conservadores, de baixo risco, o que é ideal devido à sua atual
situação.
Nesta linha, a poupança é isenta de taxas de
administração e Imposto de Renda (IR), porém tende a pagar juros menores. Já os fundos
DI ou de renda fixa não possuem estas isenções, mas podem render um pouco
mais, dependendo da taxa de administração. Atualmente, uma taxa de 3% ou mais
já faria o fundo render menos do que a poupança.
Outra opção é o CDB (Certificado de Depósito Bancário), que
pode superar a poupança. Assim como a poupança, o CDB tem a garantia do
Fundo Garantidor de Crédito (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF. Ou seja,
se o seu banco quebrar, você receberá pelo menos esta quantia de volta.
Já no aspecto da rentabilidade, você deve conseguir uma taxa em torno de 90% do CDI para um CDB-DI tradicional, ou 100 a 101% em CDBs-DI com taxas escalonadas (a rentabilidade é maior quanto maior o prazo de investimento). Neste último caso, você deve obter esta rentabilidade ao deixar o recurso aplicado por mais de 3 anos. Como não há perspectiva de queda nas taxas de juros, ao menos no próximo ano, o CDB-DI pode oferecer melhor rentabilidade do que a poupança para aplicações cujo valor permitam obter as taxas acima, mesmo pagando imposto de renda.
Já no aspecto da rentabilidade, você deve conseguir uma taxa em torno de 90% do CDI para um CDB-DI tradicional, ou 100 a 101% em CDBs-DI com taxas escalonadas (a rentabilidade é maior quanto maior o prazo de investimento). Neste último caso, você deve obter esta rentabilidade ao deixar o recurso aplicado por mais de 3 anos. Como não há perspectiva de queda nas taxas de juros, ao menos no próximo ano, o CDB-DI pode oferecer melhor rentabilidade do que a poupança para aplicações cujo valor permitam obter as taxas acima, mesmo pagando imposto de renda.
O Tesouro Direto é mais um produto interessante. Ele
consiste na compra de títulos do governo brasileiro e, por isto, apresenta
poucas chances de “calote”. Mas, de outro lado, acarreta alguns custos
operacionais, como corretagem (com variações significativas entre as corretoras
que oferecem o serviço) e taxa de custódia.
Com um tema tão rico, como o de investimentos, que renderia várias
páginas, ninguém deve se limitar a poucas respostas. Portanto, invista em sua
própria educação financeira e busque mais conhecimento em livros, na Internet e
junto a instituições financeiras. Dessa forma, você se sentirá mais seguro para
analisar e optar pelo melhor.

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