O Minhas Economias
adverte: Fumar prejudica as suas Finanças
Pessoais
Diversos estados brasileiros aprovaram leis antifumo para a proibição do
fumo em ambientes de uso coletivo, públicos ou privados. São Paulo, Rio de
Janeiro e Paraná estão entre eles. E, em alguns deles, há discussões para
que a proibição se estenda também a locais ao ar livre destinados a práticas
desportivas e ao lazer. Em Nova York, é proibido fumar em locais como o
Central Park desde maio de 2011.
Para os fumantes, dar uma “tragadinha” está cada vez mais difícil. Para
quem trabalha em prédios, é preciso pegar o elevador e ir até algum andar em
que se possa fumar ao ar livre. O pior é quando está frio e chovendo… Do ponto
de vista econômico, a situação também está pior. Em diversos países, o imposto
cobrado sobre o cigarro está cada vez mais alto e há muita gente
defendendo que é preciso aumentar ainda mais para custear os gastos com os
tratamentos de doenças relacionadas ao fumo. E no Brasil, a situação não é
diferente. Para contribuirmos um pouco a esta discussão, vamos abordar o tema
do ponto de vista financeiro. Qual seria a economia conseguida ao se
deixar de fumar?
Vamos fazer as contas pensando apenas no custo do cigarro. Supondo que
um maço de cigarro custe R$ 6,00, e fumando um maço por dia, em um mês
o gasto será de R$ 180. Nada mal, não? Melhor ainda: investindo este valor todo mês, durante 30 anos a uma taxa de 0,5%, o
montante final será de cerca de R$ 181 mil.
E em 50 anos: R$ 682 mil!
E isso sem contar todos os gastos extras associados ao fumo. Por
exemplo, ainda tem o custo do isqueiro. Um isqueiro BIC Maxi custa cerca de R$
4 e acende até 3000 vezes, o que dá 150 maços de cigarro ou 5 meses. Não é
muito, a não ser que você seja daqueles que perde o isqueiro toda hora ou vive
“emprestando o fogo” para todo mundo.
O pior mesmo são os gastos com a saúde. Já são mais que conhecidos os
malefícios causados pelo cigarro, e a partir destes temos todos os gastos com
remédios, consultas e internações. Sem falar nas faltas no trabalho devido à
saúde mais frágil, e na perda de produtividade devido ao famoso “vou fumar, já
volto”.
Em outra oportunidade, vamos quantificar todos estes valores e
apresentá-los. Por hora, se você ainda não se convenceu a parar de fumar,
talvez o “modesto” valor acima possa ser um bom motivo!

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